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Resultados previstos do Programa Interreg Sudoe

Os primeiros resultados do Programa Interreg Sudoe serão conhecidos apenas quando os primeiros projetos programados terminem as suas atividades.

O programa de cooperação estabelece uma série de objetivos e realizações que têm como objetivo final a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos nas regiões do Sudoeste da Europa.

Concretamente, o Programa Interreg Sudoe centrar-se-á no desenvolvimento da competitividade e desenvolvimento sustentável, ao constatar que é nestas áreas que a cooperação transnacional tem um maior impacto.

Quem sai a ganhar com o Programa Interreg Sudoe?

  • Todos os cidadãos, que beneficiarão de uma maior nível de bem-estar com uma economia mais desenvolvida, uma maior eficiência energética nos edifícios, uma maior proteção contra os riscos naturais e uma valorização do seu património natural e cultural.
  • As PME, que verão aumentados os seus benefícios graças ao investimento em I+D +i, as iniciativas de desenvolvimento empresarial e os serviços de internacionalização.
  • Os investigadores e as administrações públicas, que terão acesso a novos conhecimentos e recursos colaborando com investigadores e administrações de outros países e regiões.

Quais são os indicadores que demonstrarão que os objetivos se cumpriram?

  • Participação de 300 empresas e 300 centros de investigação em projetos de investigação transfronteiriços, transnacionais ou inter-regionais.
  • Criação ou apoio de 33 serviços de desenvolvimento empresarial.
  • 1.100 empresas beneficiarão de um apoio financeiro e 1.100 empresas receberão um apoio não - financeiro.
  • Criação ou apoio de 22 serviços de internacionalização.
  • Desenvolvimento de 12 ações piloto e estratégias, bem como 20 ferramentas e serviços, para a melhoria da eficiência energética dos edifícios.
  • 13,5 milhões de pessoas beneficiarão das medidas transnacionais de proteção contra os riscos naturais.
  • Desenvolvimento de 12 estratégias ou planos de ação transnacionais para a prevenção e a gestão de riscos.
  • Apoio e valorização de 50 áreas naturais, inscrevendo-as em processos de gestão de desenvolvimento sustentável ou preservação do meio ambiente e de atenuação do impacto das atividades humanas.