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Objetivo 6d1: Reforzar la cooperación de los gestores de espacios naturales del Sudoe a través del desarrollo y la aplicación de métodos conjuntos
Objetivo 6d1: Reforzar la cooperación de los gestores de espacios naturales del Sudoe a través del desarrollo y la aplicación de métodos conjuntos

Conservação da biodiversidade em contexto urbano

Institución FAPAS - Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens Persona de contacto Nuno Gomes Oliveira Mostrar email Dirección Rua Alexandre Herculano, 371, 4º, Dº Ciudad Porto Código postal 4000-055 País Portugal Región PT11 Norte Prioridad Objetivo 6d1: Reforzar la cooperación de los gestores de espacios naturales del Sudoe a través del desarrollo y la aplicación de métodos conjuntos

Descripción

Recuperação estrutural e funcional de habitats e de espécies e valorização do território.

Conservação da biodiversidade em contexto urbano que, no caso dos terrenos do FAPAS, tem particular relevância dada a presença de espécies de conservação prioritária como, por exemplo, a Toupeira-d'água (Galemys pyrenaica), o Lagarto-de-água (Lacerta schreiberi) ou a Boga do Norte (Pseudochondrostoma duriense), entre outras.

A particularidade desta candidatura é que assenta em terrenos doados por um particular para fins de conservação da natureza, atitude rara em Portugal, de que apenas conhecemos um exemplo, a doação em 2008, da Quinta da Moenda (Vila Nova de Poiares) à Liga Para a Protecção da Natureza (LPN).

Este tipo de atitudes de grande valor cívico, se multiplicadas, e se houver associações ou autarquias que as acolham, podem significar o aumento de muitos hectares para a reabilitação da paisagem e conservação da natureza e da biodiversidade.

Particularmente num tempo em que muitos cidadãos têm propriedades abandonadas que lhes provocam mais despesa que receita, este pode ser um bom caminho, vantajoso para os dois lados e, também, inserido na política territorial de prevenção de fogos rurais.

Resultados esperados

O projeto “Quinta de Chão de Carvalhos”, do FAPAS, já está a decorrer e será mantido ativo em permanência, sendo melhorado continuamente.

No futuro prevê-se a inclusão no projeto “Quinta de Chão de Carvalhos” de muitas outras valências, entre as quais destacamos a cultura e reprodução de variedade de fruteiras portuguesas tradicionais e em extinção (algumas já existentes na quinta), reprodução de diversas espécies de plantas ripícolas, reprodução de algumas raças já raras de galinhas portuguesas (Palheirinhas e Pedrês portuguesa, por exemplo, que também serão usadas para limpeza dos terrenos), investigação sobre a evolução das paisagens periurbanas e sobre património imaterial, nomeadamente pastagens, moinhos (a quinta tem um), roupas e utensílios artesanais, numa abordagem multidisciplinar para a qual contaremos com o apoio da Universidade.

Nos objetivos está, também o alargamento da área, com aquisição de terrenos confinantes, de modo a potenciar o impacto da intervenção e diminuir o efeito de borda cuja intensidade é maior em fragmentos florestais pequenos e isolados (como é o caso), levando ao empobrecimento da fauna e flora não só na borda, como também na região interna do fragmento.

Com o apoio do Centro de Formação do FAPAS (acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, com atribuição do código CCPFC/ENT-NI-0116/15) serão promovidas regularmente ações de formação de professores e workshops para a população em geral sobre a temática da biodiversidade urbana.

Este projeto tem carácter permanente e contornos inovadores pela particularidade de assentar em terrenos doados por um particular para fins de conservação da natureza, atitude rara em Portugal, de que apenas conhecemos um exemplo, a doação em 2008, da Quinta da Moenda (Vila Nova de Poiares) à Liga Para a Protecção da Natureza (LPN).

Este tipo de atitudes de grande valor cívico, se multiplicadas, e se houver associações ou autarquias que as acolham, podem significar o aumento de muitos hectares para a reabilitação da paisagem e conservação da natureza e da biodiversidade.

Particularmente num tempo em que muitos cidadãos têm propriedades abandonadas que lhes provocam mais despesa que receita, este pode ser um bom caminho, vantajoso para os dois lados e, também, inserido na política territorial de prevenção de fogos rurais.

O projeto contribuirá, ainda, para a valorização do território ao promover a visitação e é replicável noutros contextos e com outros atores, sendo objetivo do FAPAS encetar idêntico projeto no terreno de que é proprietário em Cumes (Ferreira do Zêzere), adquirido para conservação de orquídeas selvagens.

Presupuesto total estimado 600000 € Tiene beneficiarios ya implicados

Origen del portador de proyecto

  • Portugal
Tags biodiversidade, contexto urbano, corredores ripícolas