{"id":61855,"date":"2026-03-03T14:44:39","date_gmt":"2026-03-03T13:44:39","guid":{"rendered":"https:\/\/interreg-sudoe.eu\/?post_type=noticia-proyecto&#038;p=61855"},"modified":"2026-03-03T14:55:47","modified_gmt":"2026-03-03T13:55:47","slug":"nvestigadores-da-universidade-de-toulouse-avaliam-como-os-incendios-florestais-modulam-o-funcionamento-dos-ecossistemas-no-ambito-do-projeto-socialforest","status":"publish","type":"noticia-proyecto","link":"https:\/\/interreg-sudoe.eu\/pt-pt\/noticia-proyecto\/nvestigadores-da-universidade-de-toulouse-avaliam-como-os-incendios-florestais-modulam-o-funcionamento-dos-ecossistemas-no-ambito-do-projeto-socialforest\/","title":{"rendered":"Investigadores da Universidade de Toulouse avaliam como os inc\u00eandios florestais modulam o funcionamento dos ecossistemas no \u00e2mbito do projeto SocialForest"},"content":{"rendered":"<p>O impacto dos inc\u00eandios florestais nos ecossistemas do sudoeste da Europa pode prolongar-se por mais de uma d\u00e9cada. Esta \u00e9 uma das principais conclus\u00f5es da investiga\u00e7\u00e3o realizada pela Universidade de Toulouse no \u00e2mbito do projeto SocialForest Interreg Sudoe. Os cientistas estudaram de que forma as crises clim\u00e1ticas afetam as \u00e1reas florestais do sudoeste europeu, com especial enfoque no impacto dos inc\u00eandios e nos seus efeitos a longo prazo em todo o ecossistema. Para tal, combinaram a an\u00e1lise geoqu\u00edmica dos solos e da vegeta\u00e7\u00e3o associada com a monitoriza\u00e7\u00e3o por dete\u00e7\u00e3o remota, comparando \u00e1reas ardidas com outras que permaneceram intactas.<\/p>\n<p>Os investigadores puderam assim analisar como os inc\u00eandios florestais alteram o funcionamento dos ecossistemas, desde a composi\u00e7\u00e3o geoqu\u00edmica dos solos at\u00e9 \u00e0 regenera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o. A combina\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises geoqu\u00edmicas e de dete\u00e7\u00e3o remota permitiu obter uma vis\u00e3o global dos efeitos dos inc\u00eandios, desde processos invis\u00edveis ao n\u00edvel do solo e das plantas at\u00e9 \u00e0s altera\u00e7\u00f5es estruturais da paisagem. Estes resultados contribu\u00edram para a conce\u00e7\u00e3o da Estrat\u00e9gia Florestal Transnacional elaborada no \u00e2mbito do projeto SocialForest.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-61850 aligncenter\" src=\"https:\/\/interreg-sudoe.eu\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Landes_3horiz-300x242.jpg\" alt=\"\" width=\"1010\" height=\"815\" srcset=\"https:\/\/interreg-sudoe.eu\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Landes_3horiz-300x242.jpg 300w, https:\/\/interreg-sudoe.eu\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Landes_3horiz-1024x827.jpg 1024w, https:\/\/interreg-sudoe.eu\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Landes_3horiz-768x621.jpg 768w, https:\/\/interreg-sudoe.eu\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Landes_3horiz-1536x1241.jpg 1536w, https:\/\/interreg-sudoe.eu\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Landes_3horiz.jpg 1980w\" sizes=\"(max-width: 1010px) 100vw, 1010px\" \/><\/p>\n<p><strong>Biogeoqu\u00edmica dos ecossistemas de pinhal<\/strong><\/p>\n<p>A equipa cient\u00edfica estudou a evolu\u00e7\u00e3o da biogeoqu\u00edmica dos solos em duas florestas representativas do sul da Europa: o pinhal-bravo da floresta das Landes (Nova Aquit\u00e2nia, Fran\u00e7a) e o pinhal de pinheiro-de-Alepo de Moratalla (Regi\u00e3o de M\u00farcia, Espanha). Os resultados mostram que os inc\u00eandios n\u00e3o provocam apenas altera\u00e7\u00f5es imediatas, mas modificam de forma duradoura a distribui\u00e7\u00e3o dos elementos qu\u00edmicos ao longo do continuum solo-planta.<\/p>\n<p>Os primeiros resultados indicam um aumento das concentra\u00e7\u00f5es elementares, mesmo v\u00e1rios meses ou anos ap\u00f3s o inc\u00eandio. No que respeita \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o, observou-se um aumento dos teores elementares na serapilheira oito meses ap\u00f3s o inc\u00eandio no s\u00edtio piloto das Landes, induzido pela incorpora\u00e7\u00e3o de cinzas e agulhas enriquecidas. Foi igualmente registado um aumento da propor\u00e7\u00e3o de elementos associados \u00e0 fra\u00e7\u00e3o residual do solo em ambos os locais, indicando uma diminui\u00e7\u00e3o da biodisponibilidade dos elementos v\u00e1rios meses ap\u00f3s o inc\u00eandio.<\/p>\n<p>Assim, este estudo demonstrou que as altera\u00e7\u00f5es na distribui\u00e7\u00e3o dos elementos permanecem vis\u00edveis no continuum solo-planta at\u00e9 12 anos ap\u00f3s o inc\u00eandio, abrindo novas perspetivas de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Dete\u00e7\u00e3o remota<\/strong><\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o recorreu igualmente a ferramentas de dete\u00e7\u00e3o remota para monitorizar os efeitos do fogo em diferentes contextos. Em Moratalla, foram comparadas duas \u00e1reas (uma ardida em 2012 e outra n\u00e3o afetada pelo fogo) utilizando um Modelo Digital de Superf\u00edcie (MDS) e um Modelo Digital do Terreno (MDT) para calcular a biomassa e a densidade do coberto arb\u00f3reo. Os dados revelam que a regenera\u00e7\u00e3o florestal permanece desigual 12 anos ap\u00f3s o inc\u00eandio, particularmente nas \u00e1reas com solos mais degradados.<\/p>\n<p>Na floresta das Landes, perto de Barbaste, foram monitorizadas duas \u00e1reas com recurso a um drone LiDAR e a sensores multiespectrais: uma \u00e1rea ardida em agosto de 2024 e um antigo pinhal-bravo sujeito a gest\u00e3o controlada. Tal permitiu distinguir as zonas totalmente destru\u00eddas dos setores onde a vegeta\u00e7\u00e3o foi preservada.<\/p>\n<p>O acompanhamento foi alargado \u00e0 regi\u00e3o francesa de Aude, afetada por numerosos focos de inc\u00eandio durante o ver\u00e3o de 2025. Dada a dimens\u00e3o da \u00e1rea, foram utilizados dados do programa europeu Copernicus (miss\u00e3o Sentinel-2). Isto permitiu avaliar a capacidade de resili\u00eancia da vegeta\u00e7\u00e3o ao longo dos meses. Os dados mostram igualmente uma forte degrada\u00e7\u00e3o dos solos nas zonas onde a vegeta\u00e7\u00e3o desapareceu.<\/p>\n<p>Por fim, foram realizados trabalhos em Barrancos (Alentejo, Portugal), centrados em \u00e1reas afetadas por pragas florestais. Gra\u00e7as a aquisi\u00e7\u00f5es multiespectrais por drone, os primeiros resultados permitiram identificar copas degradadas e estimar a densidade de \u00e1rvores mortas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/socialforest_sudoe\/?next=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Faccounts%2Fonetap%2F%3Fnext%3D%252F%26__coig_login%3D1\"><strong>Instagram<\/strong><\/a>\u00a0(@socialforest_sudoe)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=61577185415058\"><strong>Facebook<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/social-forest-sudoe\/?viewAsMember=true\"><strong>Linkedin<\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.canva.com\/design\/DAG5mIzJdBU\/NpA2us-IhXukEFVopVZMiA\/view?utm_content=DAG5mIzJdBU&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=uniquelinks&amp;utlId=h406e18384a\">Newsletter 2<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A combina\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises geoqu\u00edmicas e de dete\u00e7\u00e3o remota proporcionou uma vis\u00e3o integrada do impacto do fogo nos ecossistemas florestais, contribuindo para a elabora\u00e7\u00e3o da Estrat\u00e9gia Florestal Transnacional desenvolvida no \u00e2mbito do projeto SocialForest.<\/p>\n","protected":false},"author":6602,"featured_media":61849,"parent":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"content-type":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0},"class_list":["post-61855","noticia-proyecto","type-noticia-proyecto","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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