Esta acção piloto será desenvolvida pelos parceiros COTHN, IRTA e INVENIO. O quadro comum de experimentação será definido no âmbito da CAP, sob a coordenação do IRTA (referente da arboricultura). Trabalharão em conjunto em pelo menos 2 patossistemas comuns: o fungo responsável pela sarna da macieira (Venturia inaequalis) e o pulgão do freixo (Dysaphis plantaginea). Outros patossistemas podem ser estudados em função das necessidades de cada LL. No caso da sarna da macieira, o objetivo será integrar as biossoluções nos itinerários existentes utilizando OAD para modelar a ocorrência e a intensidade da contaminação e posicionar as biossoluções em conformidade. No caso do pulgão do freixo, o objetivo será passar dos actuais tratamentos de primavera para uma estratégia de outono, a fim de reduzir o inóculo no ano seguinte. Cada LL desenvolverá a sua própria estratégia adaptada ao contexto local. Os protocolos serão elaborados conjuntamente: conceção experimental (campo aberto ou experimental simulando condições reais, dimensão das parcelas, etc.), tratamento (BIPMS, convencional, combinação dos dois) e avaliação (critérios da OEPP, frequência controlada, etc.). Os resultados serão avaliados no final do primeiro ano, para que os protocolos do segundo ano possam ser adaptados, se necessário. Um dia de demonstração para pelo menos agricultores e empresas que desenvolvem biossoluções será organizado em cada LL para cada estação experimental. Estes dias podem ser abertos a outros intervenientes em função dos objectivos e dos intervenientes de cada LL. As soluções testadas, avaliadas e demonstradas levarão à validação de estratégias de controlo integrado contra as pragas e doenças da maçã utilizando biossoluções. Estas soluções serão difundidas no seio dos LL e mais amplamente junto dos agricultores, das PME e dos organismos intermediários de apoio para serem aplicadas por outros actores e regiões do SUDOE.