Plano de ação para a implementação de soluções florestais integradas em zonas interiores
Plano de ação para a implementação de soluções florestais integradas nas áreas interiores do espaço SUDOE. Occitania (França) e Castela-Mancha (Espanha)
Plano de ação para a implementação de soluções florestais integradas nas áreas interiores do espaço SUDOE. Occitania (França) e Castela-Mancha (Espanha)
Estratégia para adaptar e mitigar as massas florestais à escassez de recursos hídricos, à perda de biodiversidade, às pragas e aos incêndios, ao mesmo tempo que ajuda a travar o abandono das zonas rurais no território SUDOE
O plano de ação para a construção de parcerias público-privadas sustentáveis incluirá a operacionalização do conteúdo da estratégia para o desenvolvimento do agroturismo no espaço Sudoe. Em particular, será definida coletivamente uma série de modelos de parcerias público-privadas, incluindo a dimensão transnacional, que dará continuidade aos modelos testados à escala piloto durante o GT2. Isto basear-se-á numa identificação dos modelos e das fontes de apoio que servirão para identificar os recursos (metodológicos, financeiros, materiais ou de colaboração) que podem potencialmente ser utilizados para dar continuidade às ações testadas à escala piloto. Nesta base, cada parceiro trabalhará então com os principais atores públicos e privados do sector no seu território para integrar os resultados do projeto nos programas ou estruturas existentes ou, eventualmente, na criação de novos modelos. Nos domínios temáticos em que tal seja eficaz, será aberta a possibilidade de criar parcerias público-privadas transnacionais. O plano de ação resultante destas ações conterá diferentes modelos de assimilação de resultados através da colaboração público-privada, que servirão de exemplo ou referência para outros territórios interessados em replicar as ações do projeto AgroTour.
Estratégia comum para o desenvolvimento socioeconómico inovador e sustentável das zonas rurais na zona SUDOE, com base no seu património cultural e natural: Conceção conjunta da estratégia — modelo de desenvolvimento socioeconómico rural baseado no património cultural e natural do espaço SUDOE. O objetivo é gerar atratividade territorial, contribuindo para fixar população e atrair o turismo sustentável (interessada em aspetos ecológicos, culturais, artísticos e sociais) graças à preservação, reutilização e valorização do património. A estratégia incluirá os diferentes elementos necessários para alcançar o desenvolvimento socioeconómico dos territórios rurais com base no seu património (formação de agentes locais, utilização readaptiva do património, criação de atividades artístico-culturais, parcerias público-privadas, bem como construção de redes). O PP4 elaborará a estratégia com contributos de todos os parceiros e tendo em conta os resultados das atividades do GT2. No GT 3, consideramos testar diferentes elementos da Estratégia. Para o efeito, haverá uma quota-parte comum de todos os parceiros, incluindo o desenvolvimento de um sistema de governação participativa (A3.1); conceção de um plano de ação que traduza a estratégia em medidas concretas (A3.2) e formação dos intervenientes locais (A3.3). Juntamente com esta parte comum, será desenvolvido um projeto-piloto temático por país que testará um ou mais elementos da estratégia, em função das necessidades de cada território. A estratégia será adotada por todos os parceiros do projeto (exceto o PP4) no primeiro trimestre de 2026.
O desenvolvimento de ferramentas para a deteção de roturas e o sistema multi-robot, capaz de desmontar e/ou preparar o produto para sua reinserção na cadeia de produção, são dois dos principais resultados esperados com este projeto. Todo esse esforço será consolidado em ações piloto que terão a indústria calçadista como público-alvo.
Além disso, será elaborada um guia de eco design que descreva propostas e protocolos para o design e a fabricação de produtos, melhorando sua futura remanufatura. Esse conjunto de diretrizes formará uma estratégia que as empresas poderão adotar para melhorar a circularidade de sua produção, criando produtos mais sustentáveis. Também incluirá um plano de ação com passos específicos sobre como implementar as propostas desta estratégia.
O projeto RESINSURF tem como objetivo melhorar o tratamento de superfícies em FRANÇA, ESPANHA e PORTUGAL, substituindo o cromo hexavalente, um composto tóxico, por ALTERNATIVAS MAIS ECOLÓGICAS. Concentra-se no desenvolvimento de soluções sustentáveis para setores-chave como a aeronáutica e a indústria automóvel, implementando TECNOLOGIAS INOVADORAS e CAPACITANDO PROFISSIONAIS. Com a colaboração de universidades e empresas, o RESINSURF procura contribuir para um crescimento inteligente e sustentável, melhorando a COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA em todo o TERRITÓRIO SUDOE e promovendo um futuro mais responsável com o meio ambiente.
O Grupo de Trabalho 1, ligado ao Objetivo Específico 1, convergirá para a elaboração de uma estratégia comum e de um plano de ação. Essas ações elaboradas em conjunto no âmbito da parceria permitirão alcançar os objetivos estabelecidos no projeto. Também proporcionarão uma visão a longo prazo para gerar uma mudança profunda nos territórios de intervenção, bem como além deles, por meio das ações de comunicação.
Formalização de uma estratégia conjunta (A1.4) para conseguir assistência integral abrangente, contínuo e expansível em CP, utilizando tecnologias digitais inovadoras, para melhorar a qualidade dos cuidados prestados aos pacientes em casa e o seu bem-estar (1 estratégia conjunta adotada pelos 9 beneficiários)
Plano de ação formalizado e desenvolvido em conjunto (A2.1) para implementar a estratégia de aumento da capacidade das organizações de CP e dos ecossistemas de inovação e cuidados. (1 plano elaborado pelos 9 beneficiários)
Definição conjunta de uma estratégia transnacional do CaS a aplicar na área do Sudoe para conservar os valores essenciais das estradas, promover os recursos naturais e culturais tangíveis e imateriais, a produção artesanal e aumentar a durabilidade do destino autêntico e integral que garante o desenvolvimento inclusivo, digital e sustentável dos Caminhos de Santiago como destino turístico interior do espaço Sudoe. A estratégia será levada a cabo através de um processo colaborativo entre parceiros e intervenientes territoriais para a análise das necessidades, riscos e oportunidades associados ao CaS, com o objetivo de definir linhas de ação comuns para o desenvolvimento socioeconómico do território, que serão testadas no projeto-piloto. Esta estratégia comum será permanentemente monitorizada após o lançamento das 5 zonas-piloto e servirá de base para a definição de um plano de ação local que integrará todas as informações finais dos diferentes territórios.