Sob a coordenação dos beneficiários da MCG e da JCyL, está a ser desenvolvida uma ação-piloto sobre a sustentabilidade ambiental e a melhoria da acessibilidade sustentável a sítios rochosos ao ar livre: Por um lado, as soluções para a melhoria dos recursos de sinalização sustentáveis para rotas de visita e para a recolha ordenada e reciclável de resíduos, com a criação do conceito de “rotas verdes” em destinos rupestres, serão concebidas e testadas num local ao ar livre (Arte Rupestre do rio Ocreza, no Médio Tejo português -Mação-). Por outro lado, as soluções são concebidas e testadas em termos de redução da pegada de carbono e acessibilidade sustentável em sítios geológicos únicos com arte rupestre. Castilla y León (CyL) tem a maior concentração de sítios rupestres ao ar livre no espaço SUDOE. Por sua vez, Mação (CMM) é o lar de uma densa rede de sítios rupestres ao ar livre, com vários itinerários pela bacia do rio Tejo, que o visitante pode percorrer livremente. O projeto-piloto visa desenvolver ações em termos de atenuação dos impactos ambientais, melhoria da qualidade das visitas e execução de estratégias de reciclagem. Outros beneficiários, como a CUICD, a FCP e a GFA-DFG, acompanharão e aplicarão o piloto nos seus destinos, dedicando parte dos respetivos orçamentos à transferência de resultados e à aplicação de sistemas que funcionem corretamente.