Desenvolvimento, demonstração e avaliação de BIPMS para a cultura do pêssego

Resumo

Descrição

Esta acção piloto será desenvolvida pelos parceiros UPVD, COTHN e IRTA. O quadro comum de experimentação será definido no âmbito da CAP, sob a coordenação do IRTA (referente da arboricultura). Trabalharão em conjunto pelo menos na mancha bacteriana do Prunus sp. (Xanthomonas arboricola pv. Pruni). Cada LL desenvolverá a sua própria estratégia adaptada ao contexto local para este patossistema comum, de modo a poder propor soluções partilhadas que possam ser transferidas para outras áreas com contextos semelhantes. Estas estratégias terão como objetivo reduzir o impacto das doenças e o número de aplicações de tratamentos químicos convencionais, combinando-os com biossoluções. Serão utilizados modelos para otimizar o momento da aplicação de cada tratamento e/ou a gestão da vegetação presente no solo através da poda ou da aplicação de agentes de biocontrolo. Outros patossistemas podem ser estudados em função das necessidades de cada LL. Os protocolos serão elaborados conjuntamente: plano experimental, tratamento (BIPMS, convencional, combinação dos dois) e acompanhamento – avaliação (critérios EPPO, número de árvores/parcela, frequência). Os resultados serão avaliados no final do 1º ano para adaptar os protocolos do 2º ano, se necessário. Será organizado um dia de demonstração em cada LL para cada época experimental. Estes dias podem ser abertos a diferentes organizações, dependendo dos objectivos e dos intervenientes envolvidos em cada LL. As soluções testadas, avaliadas e demonstradas conduzirão à validação de estratégias integradas de luta contra as pragas e doenças do pessegueiro utilizando biossoluções. Estas soluções serão difundidas no seio dos LL e mais amplamente junto dos agricultores, das PME e das organizações intermediárias de apoio (cooperativas, centros tecnológicos, etc.) para serem aplicadas por outros actores e regiões do SUDOE.

Periodo: 2021-2027
Estado: Em curso
Convocatoria : 2ª convocatória
Projeto: BioSolUDOE
Prioridade: 1 - Preservar o capital natural e reforçar a adaptação às alterações climáticas no Sudoe
Objetivo: 2.4 Promover a adaptação às alterações climáticas, a prevenção dos riscos de catástrofe e a resiliência, tendo em conta abordagens baseadas em ecossistemas