Prioridad proyecto 27: 3 - Promover a coesão social e o equilíbrio territorial e demográfico no Sudoe através da inovação social, valorização do património e serviços

Definición de un Plan de Acción para la gestión de los CaS en el espacio Sudoe

El Plan de Acción estará basado en la estrategia general transnacional de los CaS definida en la acción A1.3, y servirá como modelo para que cualquier territorio Sudoe pueda gestionar eficazmente los Caminos a Santiago de su competencia. Se definirá el plan especificando las líneas estratégicas con acciones concretas y resultados esperados, su cronograma, se establecerán los responsables y las métricas y métodos de evaluación de los avances estableciendo los indicadores a seguir, metas y método de medición. Todo se resumirá en el cuadro de mando del Plan de Acción. Las áreas seleccionadas para el piloto previsto en las acciones A3.2 y A3.3 son variadas, con elementos comunes y realidades diferentes que aportarán datos con valor aumentado al ser compartidos. Los resultados del este piloto se utilizarán para la mejora y corrección del Plan de Acción: datos reales procedentes de los métodos de selección y recopilación de información de oferta local y actores clave, desarrollo de los Hubs locales, de los sistemas de control y medición de flujos de peregrinos y del funcionamiento de las Paradas en el Camino. Serán integrados en el Plan de Acción común para el espacio Sudoe, reflejando las diferentes realidades de los territorios.

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Estratégia transnacional comum para os CaS como base para o desenvolvimento do Plano de Ação Local

Definição conjunta de uma estratégia transnacional do CaS a aplicar na área do Sudoe para conservar os valores essenciais das estradas, promover os recursos naturais e culturais tangíveis e imateriais, a produção artesanal e aumentar a durabilidade do destino autêntico e integral que garante o desenvolvimento inclusivo, digital e sustentável dos Caminhos de Santiago como destino turístico interior do espaço Sudoe. A estratégia será levada a cabo através de um processo colaborativo entre parceiros e intervenientes territoriais para a análise das necessidades, riscos e oportunidades associados ao CaS, com o objetivo de definir linhas de ação comuns para o desenvolvimento socioeconómico do território, que serão testadas no projeto-piloto. Esta estratégia comum será permanentemente monitorizada após o lançamento das 5 zonas-piloto e servirá de base para a definição de um plano de ação local que integrará todas as informações finais dos diferentes territórios.

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Definição de um Plano de Ação para a gestão de CaS no espaço Sudoe

O Plano de Ação basear-se-á na estratégia transnacional geral do CAS definida na ação A1.3 e servirá de modelo para que qualquer território Sudoe possa gerir eficazmente os Caminhos de Santiago sob a sua competência. Será definido o plano, especificando as linhas estratégicas com ações concretas e resultados esperados, seu cronograma, os responsáveis e serão estabelecidas as métricas e métodos de avaliação dos progressos, estabelecendo os indicadores a serem seguidos, metas e método de medição. Tudo será resumido no scorecard do Plano de Ação. Os domínios selecionados para o projeto-piloto previsto nas ações A3.2 e A3.3 são variados, com elementos comuns e realidades diferentes que proporcionarão dados de valor acrescido quando partilhados. Os resultados deste projeto-piloto serão utilizados para a melhoria e correção do Plano de Ação: dados reais dos métodos de seleção e recolha de informação sobre o abastecimento local e os principais intervenientes, desenvolvimento de polos locais, sistemas de monitorização e medição dos fluxos de peregrinos e o funcionamento das paragens no caminho. Serão integrados no Plano de Ação Comum para o espaço Sudoe, refletindo as diferentes realidades dos territórios.

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Ultreia_Sudoe

O desafio de Ultreia_Sudoe é promover o turismo interior, ativar as zonas rurais através da valorização dos recursos naturais e culturais, especialmente as tradições agroalimentares

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Ultreia_Sudoe

El reto de Ultreia_Sudoe es potenciar el turismo de interior, activar las zonas rurales mediante la puesta en valor de los recursos naturales y culturales, especialmente las tradiciones agroalimentarias y la artesanía, vinculados a los Caminos de Santiago (CdS). El objetivo, generar una estrategia compartida de los CdS Sudoe para la puesta en valor de los recursos naturales y culturales materiales e inmateriales, así como la capacidad productiva artesanal, creativa y agroalimentaria, para acercarla a los turistas y peregrinos y garantizar un turismo respetuoso, consciente, auténtico y un desarrollo económico y social sostenible de los Caminos de Santiago.

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REVITAL

REVITAL busca revitalizar las zonas rurales de baja densidad poblacional en Castilla y León (España), Beira Baixa (Portugal) y Pays Basque (Francia), a través de la introducción de servicios de teleasistencia y tele-rehabilitación clínica, aprovechando tecnologías avanzadas. Se mejorará así la calidad de vida de las personas que habitan estos territorios, fomentando la cohesión social y el equilibrio territorial.

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PreDisc

Con PreDisc se trata de prevenir la discapacidad en personas mayores mediante la promoción de la actividad física regular durante y después de periodos de hospitalización

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REVITAL

No território do Sudoeste Europeu (conhecido como SUDOE), muitas zonas rurais enfrentam graves problemas: a população está a envelhecer e o despovoamento está a aumentar,

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HENKO NET

El proyecto HENKO NET, busca transformar la atención sociosanitaria de los cuidados paliativos en el hogar, desde las experiencias que importan a las personas y con el apoyo de las tecnologías.

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PreDisc

A Europa caminha para uma sociedade envelhecida, sendo o território SUDOE, e mais concretamente os ambientes rurais, que apresentam maior percentagem de idosos e despovoamento.

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