Objetivo específico proyecto 27: OE 2.4 (...) Adaptação às alterações climáticas / Prevenção dos riscos

Kit de Ferramentas de Desenvolvimento de Laboratórios de Transição Rural

Esta caixa de ferramentas conterá os instrumentos que permitirão a execução dos projetos-piloto nos três territórios-piloto. A cidade de Cartagena, localizada na Região de Múrcia na Espanha, desenvolverá um Laboratório de Transição Rural na Região Oeste de seu território, uma região rural e marginalizada do território da comunidade. O projeto-piloto centrar-se-á na definição de novos modelos económicos agrícolas baseados na otimização e preservação dos recursos locais (espécies endógenas, recuperação de água por sistemas de painéis fotovoltaicos). A Comunidade Intermunicipal do Ave, localizada na Região Norte de Portugal, vai desenvolver um segundo Laboratório de Transição Rural. O seu projeto-piloto será implementado no concelho da Póvoa de Lanhoso e apoiará a utilização de espécies endógenas e know-how local para o desenvolvimento de áreas urbanizadas de forma a otimizar o uso da água. O Syndicat mixte Est Creuse Développement, localizado na região da Nouvelle Aquitaine, em França, desenvolverá o terceiro Laboratório de Transição Rural ao nível das suas duas comunidades de municípios Creuse Confluence e Marche et Combrailles na Aquitânia. O projeto-piloto abordará os desafios da preservação da biodiversidade e das paisagens endógenas e os desafios do escoamento e da erosão do solo através da implementação de um sistema de gestão sustentável para sebes agrícolas. Esta caixa de ferramentas conterá o método utilizado para o diálogo territorial e a ferramenta SIG (solução comum): FERRAMENTAS para a implementação da estratégia dos LABORATÓRIOS DE TRANSIÇÃO RURAL

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Ensaio de soluções-piloto de adaptação, prevenção e atenuação

No âmbito do projeto An-Gel Sudoe, foram selecionadas 8 zonas-piloto: Lleida, Lot-et-Garonne, Bordéus, Dordogne (x2), Rioja Alavesa, Múrcia e Bragança. Em cada uma destas zonas, trabalharemos em colaboração com um grupo de produtores parceiros, quer utilizando explorações em condições reais de produção, quer envolvendo-os no acompanhamento técnico dos ensaios. As técnicas de prevenção, adaptação e mitigação a testar serão (atividades 2.1 e 2.2): – Pulverização de alta precisão (sobre a folhagem) (solução ativa). – Ventilação ativa (solução ativa). – Gestão da humidade do solo (solução semi-passiva, ligada à pulverização de alta precisão, mas aplicada estrategicamente de forma preventiva e não reativa). – Gestão da cobertura do solo – Sebes quebra-frio (solução passiva). – Drenagem convectiva do ar frio – Poda tardia da vinha para atrasar o aparecimento das geadas (solução destinada a minimizar os efeitos destrutivos das geadas). A solução final consistirá na utilização de uma destas técnicas ou na eventual combinação de várias delas, de modo a adaptar-se perfeitamente aos condicionalismos dos agricultores de uma determinada zona. Por exemplo, uma sebe quebra-frio pode ser utilizada para limitar o fluxo de ar frio para a parcela (solução passiva), combinada com o controlo da humidade do solo, influenciando o coberto vegetal ou por aspersão de alta precisão (sobre a folhagem) alguns dias antes da geada (solução semi-passiva) ou, se necessário, durante episódios de geada intensa (solução ativa), se existirem recursos hídricos disponíveis. É, portanto, considerada uma solução única, uma vez que foi concebida como uma “caixa de ferramentas” que permite a combinação de diferentes técnicas para oferecer soluções eficazes, em função do contexto específico das diferentes explorações que participam no projeto como sítios-piloto.

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Sistema de alerta precoce

O sistema de alerta precoce permitirá antecipar as situações de geada primaveril, de modo a que possam ser preparados meios ativos para complementar as soluções passivas e semi-passivas, que são de natureza contínua. O sistema combinará modelos numéricos de previsão meteorológica (NPM) com mapas de temperatura do solo de alta precisão desenvolvidos a partir de séries temporais locais. Esta metodologia permite um processo de downscaling a partir de informação local para atingir um nível de precisão muito elevado (nível de parcela individual ou escala hiperlocal). O sistema será altamente orientado para fornecer uma versão móvel fácil de interpretar no terreno, incluindo um módulo de disseminação do sistema para enviar alertas por correio eletrónico, SMS e notificações móveis. Este sistema será integrado como parte da plataforma ClimAlert, enriquecendo o seu espetro de informação e atraindo novos utilizadores.

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Ações piloto ALERT-PFAS

Desenho, implementação e validação de uma ferramenta baseada em IA para monitorizar em tempo-real a presença de PFAS nos recursos hídricos da área SUDOE. Tecnologias desenvolvidas no projeto, divididas em 2 grupos: sensores ópticos para monitorização de PFAS em tempo- real e tecnologias para redução ou eliminação de PFAS nas águas de áreas naturais do SUDOE, que incluem processos de adsorção, processos de degradação e monitorização dos gases emitidos para a atmosfera na degradação de PFAS.

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ACÇÕES-PILOTO TERRITORIAIS

No âmbito do BIO4RES, serão desenvolvidos quatro projectos-piloto como projectos demonstrativos, um em cada um dos territórios das entidades parceiras. Os resultados dos projectos-piloto permitirão definir diferentes eixos da estratégia de valorização da biomassa florestal.

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Implementar e testar soluções em ecossistemas florestais de tipo espacial Sudoe

Serão implementadas e testadas soluções integradas para aumentar a resiliência às alterações climáticas e ao desenvolvimento socioeconómico em 7 áreas-piloto do espaço florestal SUDOE: 1. Pinhal en Zona Vermelho Natura 2000 (Cehegín, Espanha) 2. Pinhal em área ardida em Moratalla (Murcía, Espanha) 3. Montado em Toledo (Castilla la Mancha, ESpaña) 4. Projeto-piloto de inovação social em Soria 5. Sistema agroflorestal em Mértola. 6. Sistema de azinheiras em Barrancos. 7. Ecossistema florestal em Nueva Aquitaine

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Impacto de tipologia e densidades de vegetação florestal na sua proteção face a incêndios

Desenvolvimento e implementação conjunta, pelos B9-CIM-TTM e B12-CD Aude, sob a coordenação do B10-IPB, de uma ação piloto de demonstração do impacto de diferentes tipologias de densidades de vegetação florestal na sua proteção face aos incêndios incluindo a monitorização e avaliação do seu impacto e transferibilidade. Este piloto será testado no território das Terras de Trás-os-Montes (PT) e Aude (FR) como ferramenta inovadora para a prevenção e gestão de incêndios florestais.

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